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Muitas empresas já definem uma contratação pelo simples fato de o candidato ter feito um intercâmbio. Neste momento, inclusive, mais do que o domínio de um segundo idioma, o que mais é valorizado é a autonomia e visão realística que este candidato passa a ter da vida por estar em um pais diferente, lidando com uma outra cultura e responsável pelos seus resultados e boa adaptação ao contexto. Muitos deles, pela primeira vez saem do conforto de suas casas, e da proteção e direcionamento de seus pais, para viver de suas próprias escolhas e consequências. Inevitavelmente, o que ocorre é um amadurecimento e melhor posicionamento desse jovem diante da realidade de um mercado de trabalho altamente exigente e cruel com os que não se adaptam.

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Por definição, talento é a habilidade excepcional que um indivíduo possui, para desenvolver determinados tipos de atividades ou tarefas. Na prática, essa capacidade pode ser natural ou desenvolvida, na medida em que o profissional dedique esforço constante e consistente para aprimorar-se em relação à alguma coisa que julgue relevante para sua performance.

Para profissionais que estudam o comportamento humano, Talento é aquela característica ou habilidade que diferencia um profissional dos demais, positivamente. O talento passou a ser o item mais valorizado quando o mundo voltou-se para uma economia globalizada. Conseguir ter uma equipe composta por profissionais realmente talentosos é a oportunidade de “fazer mais com menos”.

Isso se deve a facilidade que o mesmo terá para lidar com as adversidades, superando-as e fazendo acontecer suas metas e/ou objetivos. O seu envolvimento é tão grande que facilita percepções que, possivelmente, outros profissionais não teriam.

Atualmente, o conceito de talento pode ser facilmente associado ao conceito de competência. Essa, por sua vez, seria uma combinação eficiente entre conhecimentos, habilidades e atitudes. O modo como cada um utiliza esse arranjo e o quanto consegue “fazer acontecer” com ele, dá-nos uma visão de seu talento e qualificações pessoais.

Desde o inicio da década de 90 percebemos que o mercado vem ampliando sua visão acerca do conceito de competência. Essas, que até então eram vistas apenas como técnicas, hoje são vistas muito mais do ponto de vista comportamental. Nos processos de seleção levamos mais em consideração os conhecimentos e as atitudes do candidato do que as habilidades meramente técnicas. Isso acontece porque, em uma sociedade informatizada e interconectada, as pessoas não são muito valorizadas pela quantidade de informações que possuem, mas sim pela forma com que elas organizam esses dados e os transforma em resultado.

Obviamente empresas “antenadas” ao dinamismo do mercado, começaram a entender que necessitavam ter profissionais em suas equipes, também antenados. E mais, além de antenados, necessitavam possuir grande agilidade e jogo de cintura para adaptar-se oportunamente às diferentes exigências feitas pelo meio.

No passado, muitos talentos eram mapeados através dos famosos testes de QI. Felizmente, muitas teorias posteriores comprovaram que o fato de alguém destacar-se em relação ao seu QI (Quociente de Inteligência), nada poderia garantir a efetividade de seus resultados. Quebrou-se aí a tendência a se achar que seria o fator que definiria o grau de sucesso alcançado tanto por um indivíduo quanto por uma organização.

Uma instituição bem-sucedida, consequentemente, seria aquela que reunisse o maior número de profissionais com a maior quantidade de conhecimentos à sua disposição. Não demorou muito para as pessoas começarem a desconfiar que atender a esses requisitos não era tão simples assim. Fazia-se necessário a compreensão do conceito de inteligência emocional, difundido depois da popularização dos livros de Daniel Goleman, com o tema Inteligência Emocional.

Sob essa abordagem, começou-se a ponderar como cada indivíduo lidava com as suas emoções e sentimentos. Além disso, passou-se a avaliar o controle que consegue ter sob os aspectos que envolvem a sua vida, seja ela pessoal ou profissional.

Profissionais passaram a entender que investir só em cursos de capacitação técnica não os tornaria competitivos o suficiente para garantir as melhores oportunidades. Porém, investir em seu autodesenvolvimento e amadurecimento profissional, poderia sim, garantir-lhe as melhores posições.

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Todo profissional, esteja ele em início de carreira ou não, deve saber com objetividade aonde quer chegar. Ter um propósito para sua carreira será determinante para o alcance da felicidade. A coragem é o seu maior desafio.

Não viver os próprios sonhos é aceitar a condição de se tornar coadjuvante nos sonhos dos outros. Por esse caminho, não há autoestima que se sustente. Quem não acredita que pode conseguir realizar aquilo que deseja, coloca o poder de condução da própria vida nas mãos dos outros. Isso tem um impacto profundo no conceito que a pessoa tem de si mesma, tornando-a fraca, manipulável e/ou indecisa.

Todas as pesquisas sobre o tema felicidade são claras: ser feliz é uma escolha. Ela se manifesta pelas suas atitudes no dia a dia, positivas, favoráveis a relações harmoniosas e coerentes com os resultados que quer alcançar. Escolha ser feliz tendo a coragem de mudar sua direção se essa for a condição. A hora pode ser agora!

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Acompanhando adolescentes há tantos anos no momento da escolha profissional, posso afirmar que as escolhas e atitudes dos pais interferem direta ou indiretamente na escolha profissional de seus filhos. Isso porque, os filhos se inspiram em pais bem sucedidos e felizes para reforçar algumas carreiras como boas opções ou mesmo para reforçarem a sua percepção de que “trabalhar” pode ser algo prazeroso e altamente realizador.

Em contrapartida, pais infelizes ou frustrados com sua própria escolha profissional tendem e ter comportamentos que desmotivam seu filho a buscar o mesmo caminho.

Não é incomum em uma entrevista de uma orientação vocacional o jovem justificar o que jamais faria em virtude do que observa no comportamento do(s) pai(s) e que não admira. Também não é incomum o contrário: filhos que se inspiram em pais realizados profissionalmente para definir sua própria carreira.

Quando meu filho tinha 5 anos, ao perguntar-lhe o que ele gostaria de ser quando crescer, o mesmo respondeu sem pensar: “Psicólogo”. Após o susto, perguntei a ele se sabia o que um psicólogo fazia, onde o mesmo respondeu: “Eu sei… Trabalha muito!” Duas mensagens eu constatei em sua fala. A primeira é que ter pais que trabalham muito pode não ser um problema, se esta quantidade equilibra a qualidade da doação aos seus filhos – motivo este que justifica a boa percepção do volume de trabalho.

A segunda é que temos que ter muito cuidado com os recados que mandamos sem perceber, enquanto crianças se tornam adolescentes e adultos e o quanto estes recados podem afasta-lo de sua verdadeira vocação. Na verdade, muitos são os fatores a influenciar na escolha profissional, e, sem dúvida nenhuma os pais lideram essa lista. O quanto isso é bom ou ruim vai depender do grau de maturidade destes pais em lidar com suas próprias frustrações e não permitirem que seus desejos e angústias sejam mais importantes do que avaliar o verdadeiro perfil e vocação de seus filhos e só ai definir qual carreira seguir.

Hoje, meu filho, aos 16 anos sabe o que quer, não será psicólogo. Mas, nas muitas conversas de meu dia a dia com ele ao longo de todos estes anos, sinto que o mesmo internalizou varias das competências que sempre primei.

Texto: Martha Zouain, Psicóloga e Diretora da Psico Store Consultoria

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A nova geração de talentos se destaca dentre as demais por possuir rapidez de pensamento e ânsia por resultados. Será que os líderes verdadeiramente sabem como lidar com esse tipo de profissional e, ainda, tirar o melhor deles? Confira abaixo nossas dicas:

  1. Vocabulário: muitas vezes ele foge do convencional. Por isso, entenda que é a língua de uma nova geração que não tem medo de quebrar paradigmas. Oriente-o apenas a ter limites e identificar situações onde o cuidado com a linguagem pode ser condição para ser bem aceito.
  2. Ousadia: essa geração sente-se estimulada com situações de mudança, comportando-se de modo irrequieto, buscando sempre alternativas de ações. Vale estar atento e identificar situações onde valha a pena se preparar melhor ou conhecer melhor o novo antes de mudar.
  3. Vestimenta: assim como o vocabulário, necessita ser orientado para avaliar impactos. Há lugares onde seu modo de se vestir não fará diferença. Porém, em alguns poderá ser determinante para ser ouvido e respeitado.
  4. Impaciência: com boa argumentação ele acabará sabendo o porquê de ter que esperar. Dessa forma, dedique tempo para explicar e não apenas demandar.
  5. Imediatismo: você poderá levá-lo a enxergar que o futuro depende de nossas ações de hoje. Novamente, dedique tempo a falar sobre os porquês.
  6. Escuta: busque dialogar com conteúdos leves e objetivos. Conversas densas e rebuscadas podem fazer com que se desinteresse e nem o escute.
  7. Visão de futuro: faça-o enxergar o quanto ele é bom e o quanto é importante hoje. Mas, é preciso que ele comece a exercitar a sua visão de médio e longo prazo. Estimule-o.

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Há algum tempo as empresas vem dando ênfase à forma como se estabelecem as relações no trabalho. Tal conduta não se deve apenas a uma questão de escolha. É, na realidade, a visão que as mesmas possuem: relações pautadas por respeito, verdade, ética, limites, cooperação, dentre outros valores essenciais, se constituem o elemento fundamental para a sustentabilidade no mercado.

A escolha pelo que é certo, em detrimento ao que é errado, do que é justo, em detrimento ao que é injusto e da verdade acima de tudo passa a ser um diferencial. Acaba se tornando aquele “diferencial” que te faz ser referência no seu mercado ou não.

Mas, muitas pessoas usam o escudo da verdade para defender posicionamentos rígidos e ásperos em relação aos outros. Como se dizer “em nome da verdade” valesse ou pudesse justificar tudo. E, sabemos que verdade alguma, vem separada de um contexto, da forma do se falar, do com quem falar e do cuidado do falar.

Desta forma, nosso grande desafio passa a ser desenvolver e aprimorar competências que nos tornem cada vez mais criteriosos com nosso próprio comportamento, identificando atitudes que podem trazer perdas na relação e desenvolvê-las de maneira a trazer melhores resultados.

Uma grande dica seria a busca pela verdade sempre!

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Desde o susto provocado pela crise de 2008, as empresas vêm se mobilizando para, mais do que nunca, serem mais assertivas nas contratações e nas políticas de reconhecimento e retenção de seus talentos. Dentro dessa perspectiva, os diferenciais comportamentais tem sido o grande norteador de ações. Algumas características que são comuns a Geração Y acabam tornando esse profissional um alvo. Porém, outras características também comuns a esse indivíduo acabam por boicotá-lo.

Dentre elas podemos reconhecer positivamente sua capacidade de sonhar e de acreditar em seus sonhos. Esse é o combustível que o impulsiona a buscar desafios e a superar os obstáculos que encontra. Um dificultador para esse profissional é a forma de posicionar-se diante de algumas situações, muitas vezes precipitadas, impulsivas e pouco amadurecidas.

Se juntássemos a capacidade de sonhar e de traçar estratégias assertivas e acertadas para buscar esse sonho, teríamos o profissional desejado pelo mercado. Alguém que crê e é capaz de mobilizar os esforços necessários para ir atrás de seus sonhos. Vale destacar que dentre essas tentativas tem todo o desenvolvimento técnico que deverá acontecer.

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A verdade é sempre o melhor caminho para se ter e para manter relações harmoniosas. O grande desafio do profissional está em desenvolver formas de dizer o que pensa ou sente, preocupando-se com a forma, o local e, principalmente, a hora.

Esses detalhes que envolvem a verdade farão a diferença no resultado final. Faltar com a verdade nunca deve ser uma opção a ser levada em conta. Muitas vezes, torna-se necessário adiar a verdade e isso é mais comum do que imaginamos. Porém, perder-se da verdade e embarcar na mentira estendendo-a além do necessário poderá causar um dano muito maior.

Sinceridade x sucesso, mentiras x insucesso

Já diziam os antigos: “Mentira tem perna curta!” e é verdade. A analogia que se faz diz respeito a não levar longe e, na maior parte das vezes, ser alcançada pela verdade com relativa facilidade. Nesse momento, alguns danos que podem acontecer são irreversíveis. Se essa é a visão que temos do que funciona e do que não funciona, relações sejam elas comerciais, afetivas, profissionais ou de qualquer natureza que se baseiam em mentiras, tem pouquíssimas chances de se sustentar.

Quando se sustentam por um período, tornam a interação de quem mente com o mundo de constante insegurança pela possibilidade da verdade triunfar, o que acaba, pelo desgaste provocado, não valendo a pena. Quando olhamos para o mercado percebemos que a busca pela verdade também se manifesta no sucesso de empresas e dos profissionais.

Vemos com bastante facilidade colaboradores que mentem para conseguirem benefícios pessoais, com uma vida sempre travada e limitada em seus resultados. Empresas que vendem um produto e entregam outro, cada vez mais tem uma permanência menor no mercado. Portanto, isso evidencia que o mundo clama pela verdade e que é esse o caminho para um mundo melhor, um planeta e pessoas sustentáveis.

Dicas de condutas para ser um profissional sincero

  • Faça uma escolha pela verdade e se trabalhe para desenvolver uma habilidade maior para dizer o que pensa e sente sem gerar perdas para a outra pessoa;
  • Reflita se a hora é oportuna para falar. Uma má hora poderá colocar tudo a perder;
  • Procure, ao se expressar verbalmente, ser o mais claro e objetivo possível. Não pule etapas nem divague em excesso em cada uma. Objetividade e clareza são fundamentais para que uma informação seja bem absorvida;
  • Não esqueça que as situações pelas quais passamos e a forma como interagimos em cada uma, vão deixando um histórico sobre nosso perfil. Dessa forma, posicionar-se de maneira madura, equilibrada e verdadeira sempre reportarão a um perfil confiável e profissional.

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A crise trouxe várias reflexões importantes às empresas. Uma delas é como conseguir “ter mais com menos”. Esse conceito se aplica a vários aspectos que envolvem o negócio. Ter mais resultados com menos investimento, significa ter uma nova visão para as mesmas coisas. Além disso, envolve identificar “gargalos” que dificultam resultados melhores ou que possam evitar perdas.

Nesse sentido, tudo começa com contratações melhores. Ou seja, o processo de recrutar e selecionar passa a ter um foco maior e um compromisso ainda maior de não falhar. O foco maior no processo seletivo colocou em evidência técnicas que funcionam e técnicas não efetivas. Além disso, novas ferramentas passaram a ser necessárias para o alcance de resultados mais abrangentes.

Um grande problema que veio junto com a busca de novas técnicas foi a falta de cientificidade de algumas ferramentas e a falta de critério ou conhecimento de quem as usa. Portanto, profissionais que atuam com recrutamento e seleção também tiveram que se qualificar em técnicas melhores e mais abrangentes para continuarem competitivos.

Algumas técnicas mais usadas:

  1. Entrevista por competências e habilidades;
  2. Provas situacionais;
  3. Dinâmica de grupo: desenvolvimento de projetos;
  4. Testes de personalidade: inventários, testes projetivos, testes projetivos- gráficos;
  5. Testes de aptidões específicas.

Para todas elas atingirem seu objetivo é necessário respeitar rigidamente normas de aplicação e de avaliação. Ademais, os testes considerados psicológicos, necessitam ser aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Também é de fundamental importância que o psicólogo mantenha o sigilo das informações.

Conforme Código de Ética do psicólogo: é dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional (Art. 9º, 2005, p.13).

Para se reinserir no mercado de trabalho, conte com os serviços de recrutamento e seleção da Psico Store!

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O mercado de trabalho vem sofrendo grandes revoluções. Elas são promovidas, especialmente, pela alta competitividade e por uma real necessidade dos tempos atuais de se fazer “mais com menos”. As empresas, atentas a essa revolução, também buscam profissionais que sejam capazes de dar essas entregas.

Nesse sentido, uma remuneração melhor está associada a um conjunto de indicadores que levarão o colaborador promover resultados de maneira sistêmica às organizações. A qualificação profissional que vale hoje remunerações diferentes de profissional para profissional, significa conhecer profundamente sua área de trabalho. Porém, buscar conhecer também as áreas com as quais tem interface.

No passado os chamados “generalistas”, a visão hoje é que esses profissionais se tornaram multiespecialistas. Também possuem pensamento crítico sobre suas características e investem fortemente para desenvolver-se naquelas características ou habilidades ainda deficientes.

Algumas características podem ser destacadas, como: domínio de idiomas, experiências relevantes no mercado de trabalho, conhecimentos específicos que complementam sua área de atuação, alta adaptabilidade, equilíbrio emocional e vontade de dar entregas que surpreendam.

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